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Resumo

 

Por Denise Alves

 

Em seu livro, Planos, Propósitos e Práticas, Kenneth Hagin analisa a posição da Igreja quanto à obediência a direção do Senhor Jesus para ela. Hagin mostra que uma vez que a Igreja é a extensão de Cristo na terra enquanto seu corpo, ela deve ser dirigida pelo cabeça que é Jesus.

Segundo o autor, a igreja tem perdido o foco ao desviar dos alvos estabelecidos pelo próprio Deus para ela, para alvos artificialmente criado pelos homens. Muitas vezes planos bons, interessantes e até mesmo prósperos, mas que não são aqueles determinados pelo Senhor.

Durantes os 3 primeiros capítulos: A visitação, Planos, propósitos e práticas e Se o Senhor não edificar a casa, Hagin demonstra através do relato de uma visitação que ele teve do próprio Senhor Jesus, que durou cerca de três horas, a necessidade da Igreja repensar suas ações.

Durante a visitação, Jesus o conduziu em espírito ao Centro de Convenções de Tulsa, onde ele realizaria uma cruzada de milagres e mostrou à Kenneth Hagin o que aconteceria durante aquela semana. Na ocasião Jesus esclareceu alguns pontos referentes à mistura dos planos divinos com os planos celestes.

A confusão em definir aquilo que vem do homem daquilo que é orientação do Espírito acaba produzindo obras parcialmente aprovada nos céus e permitindo apenas uma bênção parcial sobre o povo. É muito recorrente durante o livro, a repetição da frase: “Eu só posso abençoar o meu povo até certo ponto”, enfatizando o prejuízo causado ao povo de Deus e ao propósito da Igreja na terra quando isso acontece.

A sensibilidade em ouvir e obedecer a voz do Espírito Santo é ponto principal. De acordo com o texto, é na não capacidade de discernir essa voz, que muitos pastores erram. Pois na ânsia de fazer algo para Deus e sem saber o que, ou inventam seus próprios planos e projetos ou acabam copiando projetos bem sucedidos estabelecidos pelo Senhor em outras igrejas, sem entender que não é porque um ministério executa determinada obra que ela deve ser seguida como regra de fé e prática em outra.

Por desconhecer os planos de Deus, os propósitos da Igreja também acabam sendo corrompidos. E substitui-se o ouro do templo de Salomão pelo bronze de Roboão. Isso indica que quando não se sabe o que deve ser feito acaba-se fazendo as coisas erradas usando inclusive os materiais errados, que não agradam ao Senhor.

Durante o período da visitação, Hagin afirma que Jesus falou-lhe sobre alguns ingredientes do culto prestado a Ele que necessariamente não o agradam. Um desses ingredientes foi a dança durante o culto. O livro mostra a diferença entre dançar no espírito e dançar na carne, enquadrando os grupos de coreografia de dança em uma apresentação dispensável e até mesmo inibidora do agir do Espírito Santo no culto.

Outra questão abordada foi o bater palmas. Um gesto muito usado na reverência a autoridades naturais é colocado pelo autor como uma pratica que afasta a unção. Kenneth Hagin deixa claro que não é proibido bater palmas, mas ela deve ter hora e lugar correto, visto não ser o bater de palmas nem adoração nem louvor ao Senhor Jesus, mas apenas uma expressão de alegria.

A dimensão na qual somos incentivados a entrar através da leitura de Planos, Propósitos e Práticas, é uma dimensão de sensibilidade e reverência ao Senhor. Conhecê-lo é imprescindível para poder adorá-lo como convêm. O livro nos desafia a rever conceitos e praticas estabelecidas, sondando se elas são realmente bíblicas ou fruto da imaginação humana.

Além de destacar a fundamental presença do Espírito Santo em tudo o que se faz na Igreja para Deus, segundo o autor, ser inundado pela presença do Espírito é o objetivo de central para o Seu povo e essa deve ser a busca constante de cada crente.

 Através de exemplos bíblicos Hagin demonstra como a Igreja primitiva andava no poder de Deus porque estava continuamente cheia do Espírito. Gastava-se tempo e energia buscando comunhão com Pai através da terceira pessoa da Trindade e não na imaginação de planos humanos para execução de um propósito celestial.

O livro termina com a exemplificação de salmos espontâneos recebidos pelo autor através do Espírito e com uma oração de compromisso em favor dos crentes, da igreja e de todas as ações eclesiásticas. Kenneth Hagin transmite os ensinamentos recebidos direto do Senhor Jesus e depois ministrado em suas cruzadas, agora, mediante o livro, tornando-o disponível a todos, trazendo luz sobre questões cruciais a vida de adoração presente na igreja contemporânea, de forma a restituir Jesus como Senhor absoluto dela.

RESUMO

Por Denise Alves

No livro, Cursos de Estudos da Fé Bíblica, Kenneth Hagin oferece uma descrição minuciosa de como o cristão pode desfrutar das bênçãos disponíveis através de Jesus Cristo enquanto ainda habitamos nessa terra através da Fé.

Para isso Hagin divide o curso em módulos para facilitar a explicação. A primeira lição apresentada no livro mostra como podemos obter fé e a resposta está em Romanos 10.17: a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus.

Segundo o autor essa é a única forma da pessoa conseguir ter fé, ouvindo a Palavra de Deus, pois é através da Palavra que a nossa mente é renovada e poderemos compreender com o nosso espírito a realidade do mundo invisível e real no qual estamos envolvidos.

Hagin mostra como a compreensão da dimensão espiritual a nossa volta é essencial para o sucesso, visto ser ela o oposto daquilo que aprendemos através dos nossos sentidos naturais e por isso requer que seja aprendida. No decorrer do livro Kenneth Hagin retomará diversas vezes esse princípio básico para a caminhada cristã.

Nos capítulos do livro dedicado a explicar o que é a fé, o conceito chave é a diferenciação entre fé e esperança. Kenneth Hagin explica que enquanto a esperança está no tempo futuro, de algo que acontecerá em momento incerto, como por exemplo, a volta de Jesus, a fé trata de acontecimento do agora, possíveis de concretização certa, como a cura e o batismo com o Espírito Santo, bênçãos que já estão a nosso dispor. O Curso demonstra que enquanto o cristão continuar esperando certas bênçãos de Deus jamais receberá nada, pois é preciso apenas reivindicar o que já é seu por direito.

O próximo passo apresentado é a explicação do que significa crer com o coração, e nessa série de capítulos é demonstrado que a fé que consegue obter as promessas de Deus é a fé que vem do coração homem e por coração entende-se espírito. Hagin declara que o ser humano é um ser espiritual que possui uma alma e habita em um corpo, e é com o nosso espírito, nosso Eu interior que Deus se comunica, visto ser ele também um espírito. O autor adverte que aprender a discernir a voz do nosso homem interior, da voz da nossa mente compreende passo indispensável a todo aquele que deseja crescer em fé.

Uma vez entendido que a fé é uma ação para o agora que vem do nosso homem interior quando este se comunica com Deus e entende a sua voz, a pergunta seguinte a ser respondida é como liberar sua fé? Através da confissão. O poder que há nas palavras é uma lição que Kenneth Hagin aprendeu em sua vida e que é transmitida através do Curso de Estudos da Fé Bíblica.

Uma vez crendo em algo que a Bíblia diz ser nosso, é preciso tomar uma atitude para materializar as bênçãos espirituais e uma das decisões que liberam a fé é a confissão daquilo que a Bíblia diz. Cri por isso falei (II Co 4.13). Hagin diz não bastar crer, é preciso confessar com a boca. É através da palavra liberada que o mundo espiritual se movimenta. Por isso o autor lembra que se tivermos uma confissão negativa, receberemos coisas negativas, mas se cultivamos uma confissão positiva dentro da Palavra de Deus receberemos seus frutos. Por isso o livro recomenda muito cuidado com que se fala.

O Curso de Estudo da Fé Bíblica enfatiza também a necessidade do cristão saber quem é em Cristo (Nova Criatura, justificados, etc) e o que possui Nele (O Dom de línguas, o nome de Jesus, etc) para que possa reivindicar seus direitos, não se deixando enganar pela condenação do Diabo, para isso é necessário ler constantemente a Bíblia e manter comunhão com Espírito Santo através da oração.

Uma vez entendendo e crendo na Palavra de Deus é preciso agir à altura da mesma, pois é o praticante da Palavra que alcança aprovação e não o ouvinte. Assim os passos para alcançar aquilo que Jesus conquistou para nós são: Diga, Faça, Receba e confesse. Resistindo sempre às duvidas e incredulidade lançadas pelo Inimigo para desistirmos de crer.

Hagin termina afirmando que os passos de fé podem ser utilizados para receber qualquer bênção bíblica a nosso dispor, de cura a finanças, batismo com o Espírito Santo ou salvação. Lembrando que é preciso haver harmonia entre o que se crer, o que se diz, e como se age. Jamais se deixando levar pela vista ou aparências, pois vivemos pela fé do tipo de Deus, que ele mesmo repartiu conosco.

Para tanto é preciso treinar o espírito humano através da meditação na Palavra, prática da palavra, que compreende inclusive o abandono da ansiedade e preocupação, dando primazia a mesma e obediência à voz do espírito.

Na medida em que pratica-se esses passos, a vida abundante prometida por Jesus torna-se mais cada vez mais real por andarmos na dimensão e guiados pelo Espírito em fé.

Aproveite a vida

Por Denise Alves

Ministração 10/02/2009

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Todos nós temos sonhos. Sonhamos com o dia de amanhã. Com o que virá a seguir. Com o que seremos quando crescer. E um desses sonhos na vida do cristão é ser igual a Cristo não é mesmo? Se você já sonhou algum dia com executar tudo aquilo que Deus planejou na sua vida – sim é verdade Deus fez planos e você está incluso neles, veja o que diz Jeremias 29.11, “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” – e se você deseja cumprir os pensamentos de Deus para você com certeza também já fez uma oração mais ou menos assim: “Pai eu me rendo a ti”, “Senhor guia os meus passos e leva-me para onde quiseres”, não já disse alguma coisa do tipo para o Senhor? Se não o fez, te encorajo a fazer e urgentemente.

Quero lhe apresentar uma menina que sonhava em cumprir a vontade de Deus para a vida dela. Seu nome era Hadassa. Judia. Morava na palestina, na terra prometida e fazia parte do povo escolhido de Deus para ser guardião da Sua Palavra. Por isso podemos supor que desde a infância, Hadassa tinha sido ensinada no primeiro mandamento: “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. (Dt 6.5)” e portanto desejava como eu e você ter todo o ser consagrado ao Senhor. Mas as coisas começaram a sair do controle. Primeiro seus pais foram mortos (Ester 2.7), depois foi juntamente com seu tio Mardoqueu levada como escrava para a Pérsia, e pra completar teve o seu nome trocado para Ester. Cresceu sem a menor perspectiva de futuro, talvez se perguntando onde Deus tinha ido parar. O que havia acontecido com as suas orações, pois nada estava saindo como o planejado.

E assim também não acontece conosco? Conhecemos ao Senhor, nos entregamos a Ele e tentamos viver o mais retamente possível. Mas aí o filho entra nas drogas, ou os pais morrem, contrai uma doença incurável, engravida no tempo errado… e ficamos nos perguntando: onde está Deus, e o que aconteceu com as nossas orações. Será que continua Deus sendo Deus? Mas eu te pergunto: conhecendo a história de Ester, você pode afirmar que Deus estava no controle? Que todos os males seriam revertidos em bênçãos não apenas para ela como para todos os judeus? Se você respondeu sim, então acertou. E porque você pode me responder ‘sim’? porque você leu a história e já conhece como ela termina ou seja você sabe qual é o final da história. Mas quero te lembrar uma coisa.

Toda historia tem inicio, meio e fim. E que eu saiba a história de Ester está finalizada. Mas a sua e a minha ainda não. Pra gente ainda não acabou. Ainda não é o fim. Mas nos sentimos mais confortáveis com as histórias quando sabemos como elas acabam, principalmente quando a personagem principal somos nós mesmos. É por isso que quando pegamos um livro muito grosso e estamos ansiosos demais, pulamos algumas páginas ou melhor, vamos logo na última página para saber se lá está escrito: E viveram felizes para sempre. Deus nos conhecendo melhor do que ninguém, fez-nos o favor de antecipar qual será o nosso futuro. Está em Apocalipse 21. 1-5

“1. E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. 5.E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.”

Então sim. Você não precisa mais se preocupar se o seu final será feliz, porque a Bíblia nos diz que será glorioso. Viveremos felizes para sempre ao lado de Jesus. Então o que está em questão é o meio da história. O que acontece conosco antes do fim. Aqui vale lembrar: não sabemos quando acontecerá, seja o arrebatamento e a segunda volta de Jesus ou a nossa morte natural. Uns possuem um livro mais grosso, outros mais fino, com número de páginas reduzido, porém o dia que partiremos dessa terra nos é um mistério.

Não sabemos se estaremos vivos amanhã. Tudo o que temos é o hoje, e por isso mesmo ele também é chamado de presente. Pois as 24h que Deus nos dá é uma dádiva. E como toda dádiva merece ser aproveitada. É com isso que devemos gastar as nossas energias. Em aproveitar a vida. Levar a vida mais leve. Saborear o dia. E isso parece um papo tão auto-ajuda né? Seria se a própria Bíblia não tivesse nos dados esses conselhos através do homem mais sábio que já houve na terra, Salomão. Leia os textos que seguem:

Ec 3.12-13 – Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida; E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus

Ec 5.15-20 – Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão. 16 Assim que também isto é um grave mal que, justamente como veio, assim há de ir; e que proveito lhe vem de trabalhar para o vento, 17 E de haver comido todos os seus dias nas trevas, e de haver padecido muito enfado, e enfermidade, e furor? 18 Eis aqui o que eu vi, uma boa e bela coisa: comer e beber, e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, em que trabalhou debaixo do sol, todos os dias de vida que Deus lhe deu, porque esta é a sua porção. 19 E a todo o homem, a quem Deus deu riquezas e bens, e lhe deu poder para delas comer e tomar a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus. 20 Porque não se lembrará muito dos dias da sua vida; porquanto Deus lhe enche de alegria o seu coração

Ec 9.9 – Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida, e no teu trabalho, que tu fizeste debaixo do sol.

Ou seja…. se divirta o máximo que você puder. Enquanto pode. Enquanto é dia. Sem queimar etapas, sem querer chegar no fim logo. Página por página. Dia a dia. Agradecendo a Deus por estar vivo e por fazer naquele dia o melhor que puder ser feito. E sabe porque?

Ec 12.1 – Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; Porque é muito triste chegar no final e se arrepender de não ter vivido mais. Como diz a música Epitáfio dos Titãs, é muito triste dizer: devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer mais. Devia ter arriscado mais e até errado mais… não é lamentável desperdiçar algo que Deus teve tanto trabalho em construir para o nosso prazer? Como será que ele se sente quando não valorizamos o dia que ele nos dá?

É verdade que existem dias maus. Dias em que a terra é invadida, seus pais são mortos, você é levada cativa para uma terra estrangeira, seu nome é mudado, e coisas não planejadas acontecem. O próprio Jesus tinha nos dito: no mundo tereis aflição, mas…. tende bom ânimo.

Bom ânimo. É essa atitude que ele pede que tenhamos. Em tudo, alegria. Como diz 1Ts 5.16 – Regozijai-vos sempre… v.18, pois essa é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Afinal de contas a alegria também é um dos frutos do Espírito (Gl 5.22). Então se você um filho de Deus que possui o Espírito Santo, e crer que Ele está no controle da sua vida: ALEGRE-SE. Curta a vida. Enjoy.

Porque diferente de um livro que você pode adiantar os capítulos e depois relê-lo, a nossa vida não tem replay. Nós só viveremos aqui uma vez e por um breve período de tempo. Se não fizermos bem feito da primeira vez não tem volta. E perderemos tantos presentes diários que poderíamos usar para a glória Dele, pois é para isso que estamos aqui. Para a Glória Dele! Vamos glorificá-lo a cada amanhecer. Antes que seja tarde demais.

Que Deus te abençoe e te ilumine sempre nessa caminhada!

 

01. Meus sentimentos

Objetivo: apresentação e entrosamento

Material: papel, lápis de cor.

Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.

Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.

Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.

O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.

Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.

Palavra de Deus: Fl. 1,3-11 SL 6.

 

02. Mancha ou ponto

Objetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida…

Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.

Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.

Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.

Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.

Pedir, então, que tirem conclusões práticas.

Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.

Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 51

 

03. Identificação Pessoal com a Natureza

Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25

 

04. Quem sou eu ???

Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31  Sl 139

 

 

05. O outro Lado

Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.

Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).

O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.

A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.

Repete-se a ordem várias vezes.

O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.

NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras…) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.

Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:

- Como cada um se sentiu?

- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?

- Quem ais correu ou empurrou?

- De que forma as lideranças foram se manifestando???

- Houve desistência no meio do caminho?

- Surgiram animadores???

Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27 Sl 133

 

06. Espelho

Objetivo: Partilha dos sentimentos.

Desenvolvimento: O ambiente deve ser silencioso.

Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, aquém gostaria da atenção em todos os momentos, alguém que se ama de verdade, que merece todo cuidado.

Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos eu os tornam tão amada.

(Deixar tempo para interiorização).

Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.

Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um.

Palavra de Deus: Lc 12.1-3  Sl 131

 

07. Números

Objetivos: Conhecimentos Pessoais.

Material: Cartões com números diferentes.

Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém.

Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha.

Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro).

Palavra de Deus: Lc 15.3-7 Sl 8.

 

08. Construção de uma cidade

Objetivos: reflexão sobre a realidade.

Material: Fichas com nomes de profissões.

Desenvolvimento: Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarna-la.

Por um instante analisar a importância daquela profissão. Depois da interiorização deve dizer. Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).

Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.

O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas.

Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.

Palavra de Deus: Mt 7,26-27 Sl 127

 

09. Sensações de vida ou morte

Objetivo: analisar a pratica e revisão de vida.

Material: duas velas uma nova e outra velha.

Desenvolvimento: grupo em círculo e ambiente escuro.

Eu…, tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer…(a vela gasta, acesa, vai passando de mão em mão).

Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se o ambiente. A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu…, tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é …

Analisar a dinâmica e os sentimentos.

Palavra de Deus: Mt 6,19-24 Sl 1.

 

10. Perfume – Rosa e bomba.

Objetivo: celebração penitencial e compromisso.

Material: não há material, usar a imaginação.

Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.

Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o perfume, a rosa e a bomba.

Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.

Palavra de Deus: Mt 7, 7-12 Sl 101

 

11. Valores

Objetivo: reconhecer os valores e qualidades.

Material: Cartões com valores escritos.

Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.

Deixar um momento para a reflexão pessoal.

Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor.

Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam recomeçar este valor em outra pessoa, outros até duvidam o cartão com quem tem o mesmo valor.

Palavra de Deus: 1 Cor. 12,4-11 Lc 1, 46-55.

 

12. Valores II

Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.

Material: folhas, canetas e alfinetes.

Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.

Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.

Palavra de Deus: Ef 4, 1-16 Sl 111

 

13. Dinâmica de apresentação

Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.

Desenvolvimento:

Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.

O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.

Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.

Palavra de Deus: Ap. 2,17 Sl 139

 

14. A maleta

Objetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares, não estimulando o compromisso solidário.

Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois apontadores iguais.

Desenvolvimento: forma-se duas equipes.

A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta.

A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.

O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: ambas deverão escrever Eu tenho Pão e Trabalho.

A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.

A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.

Palavra de Deus: 2 Cor 9, 6-9 Sl 146

 

 

15. O Helicóptero

Objetivo: apresentação e entrosamento.

Desenvolvimento: (duração 40 minutos).

Faz-se um círculo com os participantes da reunião.

O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos com os braços, como se estivessem remando.

O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).

O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações.

a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.

b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.

c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser de comunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.

d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.

e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.

f) Anuncia que todos foram salvos.

NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.

Sugestões para as questões

a) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo. Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?

b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado?

c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia?

d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque?

e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda.

Palavra de Deus: Jo 13, 34-35 Sl 133

 

16. Camisetas

Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.

Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.

Desenvolvimento: Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas de cima no formato de camiseta.

Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, se gosta ou não do trabalho. Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador.

Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.

 

17. A Bala

Objetivo: Despertar a importância do outro.

Despertar a solidariedade.

Perceber o nosso individualismo.

Descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.

Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas. Barbantes.

Desenvolvimento: pede-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.

Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.

Analisar a dinâmica:

Como se sentiram?

O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?

Por que os dois agiram assim?

Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?

O que acharam da dinâmica?

Pode confrontar com a Palavra de Deus?

Palavra de Deus: AT.4, 32-37 Sl. 15

 

18. Árvore da Vida e Árvore da Morte

Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro, na comunidade, na família, no grupo de jovens.

Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta ou pincel e pedaços de papel.

Desenvolvimento: em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro, na família, no grupo de jovens… Depois, diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore.

No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão.

Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir:

Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso bairro etc.

Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e queima, em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio.

Palavra de Deus: Jo. 15, 1-8. Sl 1.

 

19. Virar pelo avesso

Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização

Desenvolvimento:

1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.

2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.

3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.

4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.

5° Passo: Analisar a dinâmica:

O que viam? Como se sentiram?

Foi fácil encontrar a saída? Porquê?

Alguém desanimou? Porquê?

O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?

Nossa sociedade precisa ser transformada?

O que nós podemos fazer?

Palavra de Deus: Ex 18, 13-27 Sl 114

 

20. Abre o olho

Participantes: 2 pessoas.

Tempo estimado: 20 minutos.

Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cassetete.

Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a “briga”, o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.

Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

Palavra de Deus: Mc 10, 46-52 Lc 24, 13-34.

 

21. Afeto

Participantes: 7 a 30 pessoas

Tempo Estimado: 20 minutos

Material: Um bichinho de pelúcia.

Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos

formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.

 

22. Apoio

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 10 minutos.

Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.

Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?

 

23. Apresentação

Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.

Tempo: 45 minutos.

Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.

 

24. Artista

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 10 minutos.

Material: Lápis e papel.

Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma:

- Casa

- Nessa casa coloque janelas e portas.

- Ao lado da casa desenhe uma arvore.

- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.

- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.

- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:

- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.

Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.

Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.

 

25. As cores

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.

Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.

Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.

O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.

O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.

E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.

Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.

Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.

 

A execução do ensino é uma tarefa de responsabilidade do professor, a ser feita com dedicação e amor. Afinal, você está lidando com pessoas a quem Deus muito ama!

Basicamente, a aula bíblica é composta das seguintes etapas:

1. PREPARAÇÃO DO PROFESSOR

Separe tempo, na semana anterior à classe, para:

- Oração

- Leitura da lição

- Fixação dos objetivos da aula  - síntese do que o aluno aprenderá – Exemplo:

Aula sobre o valor da oração

Síntese do ensino – a oração é importante porque é um recurso que Deus nos dá para nosso crescimento e vitória espiritual.

Aplicação prática: levar o aluno a orar, diariamente.

- Preparação da aula em si (recursos didáticos, interações com os alunos, planejamento da aula) – buscando despertar o interesse do aluno e motivá-lo para a aprendizagem.

2. NA CLASSE:

O professor precisa chegar com antecedência de 15 minutos, para prepara os materiais e ajustar o local (arrumação de cadeiras, ventilação, iluminação, etc.).

Ao entrarem os alunos, postado á porta, cumprimenta-os pelo nome e mostra satisfação em que eles tenham vindo.

Anota os nomes dos presentes e, se houver visitantes, nome e endereço.

A seguir, no horário exato, inicia a aula com uma oração. Então procede com a aula propriamente dita:

1. Leitura Bíblica

É o texto bíblico no qual se baseia a história da lição. A leitura sempre é recomendada, mesmo que depois o professor conte a história posteriormente.

Caso a leitura seja longa, e os alunos de pouca idade, pode-se abreviar ou lê-la de modo dinâmico (exemplo: se há 2 personagens, o professor e um aluno escolhido lêem responsivamente o trecho da fala respectiva a cada personagem).

2. Apresentação do tema ou da história

Pode-se iniciar a aula com perguntas sobre o texto, o com uma explanação direta sobre o mesmo.

Caso a aula seja sobre história bíblica, sugere-se utilizar figuras ou outros recursos para tornar atraente o ensino.

É importante o professor ter em mente que esta não é somente a hora de se contar uma história, mas sim o momento de transmitir ao aluno as verdades divinas.

3. Ponto de Contato – Aplicação da Lição

É o momento de fazer um fechamento do assunto ou da história bíblica, destacando lições que se apliquem ao dia-a-dia e à faixa etária de seus alunos.

Também, você pode aproveitar para avaliar o que aprenderam fazendo perguntas aos seus alunos.

4. Atividades

É hora de usar a revista do Aluno, caso houver. O professor deve dar muita atenção ao aluno nesta fase. É neste momento que ele vai dar o retorno de tudo o que aprendeu e você, professor, poderá avaliar, também, seus procedimentos didáticos e, quem sabe, se for o caso, reestruturá-los.

5. Memorização do Texto

É o momento de os alunos memorizarem o texto áureo. Utilize um suporte visual para essa parte (cartaz ou gravuras).

6. Encerramento

É o último contato em sala e você deve proceder de tal forma que seu aluno perceba sempre uma porta aberta para ele voltar e, de preferência, trazendo visitantes.

Apresentam-se os visitantes e lembram-se dos aniversariantes.

Sempre encerre sua aula com uma oração, dê oportunidade para um aluno fazê-la.

Não se esqueça de despedir os alunos com sorriso e cordialidade, manifestando sincero desejo de revê-los na próxima aula!

Em tempo:

Utilize cartazes, recursos didáticos, exercícios variados, brincadeiras. Faça uso desses recursos e você verá como sua aula ficará movimentada e seus alunos muito mais motivados.

 

 

 

 

O superintendente da escola bíblica dominical é muito mais que uma simples pessoa que faz a abertura e encerramento da escola dominical e promove a comemoração de algumas datas importantes e eventos especiais. O superintendente ou diretor(a) da EBD é o irmão ou irmã em Cristo designado(a) pela igreja para administrar a escola dominical com competência e seriedade, visando a edificação e a maturidade do corpo de Cristo.
Antes de tudo, o superintendente deve ser alguém verdadeiramente compromissado com Deus e a igreja. Deve ser exemplo dos fiéis, não neófito, mas pessoa qualificada para comandar o corpo de Cristo. Deve ser assíduo e pontual no cumprimento de seus deveres, irrepreensível na moral, são na fé, prudente no agir, discreto no falar e exemplo de santidade de vida. Qualidades que devem acompanhar, no mínimo, todo crente, e principalmente aquele que recebeu a graça da liderança; a saber: pastor, presbítero, diácono, professor, etc.
Além disso, o superintendente deve ser uma pessoa preparada academicamente. Destaco a palavra “academicamente” de propósito. O que isso quer dizer? Quer dizer que o superintendente não precisa necessariamente ser um expert em educação cristã, mas precisa ter noção do que ela significa e representa. Afinal de contas, é com professores que o superintendente está lidando e é a qualidade do bom ensino que ele estará supervisionando. Pensando nisso, um experiente diretor de escola dominical escreveu aos superintendentes: “Os seus professores ensinam com qualidade? Ou estão se repetindo diante da classe? Preparam devidamente a lição, ou já se acostumaram aos improvisos?”. E continua: “Que os seu professores não se contentem com o preparo já conseguido. Incentive-os a ler, a estudar, a pesquisar, a descobrir novas metodologias, a se tornarem especialistas não apenas no currículo e na aula a ser ministrada, como também na pedagogia e na didática”.
Como eu disse, o superintendente não precisa ser um especialista, mas é necessário que tenha algum conhecimento pedagógico. Se tiver experiência como professor, melhor ainda.
Some-se a isto a visão do superintendente. Se o superintendente pensar administrativa e pedagogicamente, o que é ideal, ele não apenas saberá conduzir a igreja bem, no sentido de unidade de propósitos, mas também zelará pelo aperfeiçoamento de seus professores. Promoverá encontros, congressos e uma série de eventos que ajudarão na formação e reciclagem dos professores.
O superintendente é o carro-chefe da escola dominical que, em comum acordo com o pastor, melhorará toda a escola dominical quando melhorar seus professores. Quando se investe na liderança da escola dominical todo mundo sai ganhando.
Finalmente, mas não menos importante, o superintendente precisa ser dinâmico a fim de dinamizar sua escola dominical. Para isso precisa se atualizar e se inteirar do trabalho de outros superintendentes. Deve ser uma pessoa inovadora, com idéias saudáveis que revigoram a escola dominical. Eu acredito na escola dominical porque, como dissemos no início deste artigo, é uma bênção de Deus e por isso deu certo. Entretanto, a escola dominical precisa passar por um processo constante de revitalização. Meu irmão superintendente: torne a sua escola dominical dinâmica, criativa, bíblica e funcional. Algo que dá gosto de se vê e participar. Promova, juntamente com seu pastor e professores, o vigor e a saúde da escola dominical através da motivação de seus alunos. Evite a rotina, a monotonia e aquela mesmice insuportável. As aulas da escola dominical devem ser prazerosas. Da criança ao adulto que levantam cedo para ir à igreja, a escola dominical deve ser algo que valha a pena por causa do conteúdo e didática do ensino e (por que não?) por causa do agradável local de estudo. Olhe com carinho para tudo isso e Deus, com certeza, o recompensará.

por Josivaldo de França Pereira

COMO ESTUDAR A BÍBLIA?

Através do estudo da Bíblia chegamos a conhecer a verdade que nos liberta (João 8:32). Entretanto, muitas pessoas que acreditam que o estudo da Bíblia é importante nunca aprenderam como estudar efetivamente e entender a mensagem da revelação de Deus. Consideremos algumas sugestões práticas de coisas que nos ajudarão a ser melhores estudantes da Bíblia.

Atitudes e Preparações Necessárias

Antes que possamos estudar efetivamente a Bíblia, precisamos considerar sua fonte e abordar o estudo com profundo respeito pelo Deus que nos criou e nos revelou sua vontade nas Escrituras. É importante estudar com absoluto respeito pela palavra de Deus.

Samuel aceitou a instrução de Eli e recebeu as palavras de Deus com uma atitude de humildade: “Fala, Senhor, porque o teu servo ouve” (1 Samuel 3:9-10). Cada vez que abrirmos as páginas das Escrituras, deveremos demonstrar exatamente esta atitude. O estudante humilde tem que ter também um coração aberto.

Pedro nos diz que precisamos esvaziarmos-nos do mal para que possamos aceitar o puro evangelho com o ardente desejo dos recém-nascidos querendo leite (1 Pedro 2:1-3). Com humildade e corações abertos, procuramos cumprir o compromisso de cada servo fiel de Cristo: obedecer tudo o que Jesus nos ordenou (Mateus 28:19-20).

O estudo proveitoso também depende de uma valorização correta do texto que estamos estudando. A Bíblia contém a completa, suficiente e final revelação da vontade de Deus para o homem, por isso deverá ser estudada cuidadosa e respeitosamente. O estudante fiel da palavra deverá estar familiarizado com as afirmações de textos tais como 2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:3; Judas 3; Hebreus 1:1-4; 2:1-3 e Gálatas 1:6-9.

Devemos estudar também com respeito pelo silêncio das Escrituras. Muitos erros podem ser evitados se temos o cuidado de não falar presunçosamente quando Deus não falou. Agir quando Deus não disse nada é mudar sua palavra (veja a ilustração em Hebreus 7:12-14, onde o escritor mostra que Jesus não foi um sacerdote de acordo com a lei do Velho Testamento, mas que ele mudou a lei ao tornar-se um sacerdote de uma tribo que não estava autorizada a servir desta maneira). Jesus tinha o direito de mudar a lei, mas nós não. Tais passagens como 2 João 9; 1 Coríntios 4:6 e Apocalipse 22:18-19 nos lembram do perigo de ir além ou acrescentar à palavra revelada.

Uma outra prática importante, quando entramos no estudo das escrituras, é a oração. Devemos orar como o salmista o fez: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Salmo 119:18).

Ferramentas Para o Estudo da Bíblia

Há vários recursos que podem ser úteis em nosso estudo da Bíblia. O mais importante é a própria Bíblia. Somos abençoados em nosso tempo por termos Bíblias em quase todas as línguas faladas. Há um bom número de traduções portuguesas. Escolha uma que seja inteligível, mas que mantenha cuidadoso respeito pela mensagem sendo traduzida. Ajuda-nos bastante ter várias traduções diferentes para comparar.

Muitos outros livros têm sido escritos para auxiliar no estudo da Bíblia. Uma Chave Bíblica, por exemplo, é muito útil para localizar várias passagens que usam a mesma palavra. Serve como um tipo de índice listando as palavras da Bíblia e onde são encontradas. Vários tipos de dicionários são também bem úteis no estudo da Bíblia.

Muitos mal-entendidos podem ser evitados ou corrigidos pela consulta a um dicionário comum. Dicionários especiais de palavras bíblicas são ainda mais valiosos, pois freqüentemente dão explicações úteis do modo como uma palavra é usada nas Escrituras. Ainda que eles sejam um pouco difíceis de se aprender a usar, os dicionários bíblicos baseados nas línguas bíblicas originais (hebraico e grego) nos ajudam a apreciar mais precisamente os significados de algumas palavras.

É claro que tais outros livros não são essenciais ao entendimento de nossa responsabilidade diante de Deus, mas podem esclarecer a mensagem da Bíblia e nos auxiliar a apreciar sua força e beleza.

Pode também ser útil estudar o ambiente do texto, usando tais auxílios como os Atlas ou os mapas das terras bíblicas, livros sobre história, etc. Tais livros servem para ressaltar o rico significado do texto.

Comentários aparecem em muitas formas. Podem ser bastante úteis, ou muito destrutivos. Comentários são simplesmente as explicações de autores humanos sobre o significado dos textos bíblicos.

Eles vão desde breves artigos ou mesmo notas de rodapé em Bíblias de estudo, até coleções de livros. Podem ser encontrados em boletins, revistas, sermões, etc. Ao usar todas estas fontes, precisamos nos lembrar que seres humanos nunca são infalíveis e que todo o ensinamento tem que ser examinado à luz das Escrituras (Atos 17:11; 1 Tessalonicenses 5:21-22).

Sugestões Sobre Como Estudar a Bíblia

Há algumas sugestões práticas que podem ajudar a desenvolver bons hábitos no estudo da Bíblia por toda a vida:

1. Leia, leia, leia! O passo mais importante no estudo efetivo é a leitura do texto. Isto deverá envolver pelo menos dois tipos de leitura: (a) Leitura geral do texto da Bíblia para tornar-se cada vez mais familiar com a mensagem da Bíblia como um todo (um plano bom e prático é ler a Bíblia inteira pelo menos uma vez por ano), e (b) Leitura mais cuidadosa de textos específicos que você estiver estudando.

2. Procure entender o contexto. Um dos erros mais comuns no estudo e ensino da Bíblia é tirar um versículo do seu contexto para interpretá-lo de um modo que vai contra o significado do texto e contra o amplo contexto da Bíblia como um todo. Se você estiver estudando um capítulo, olhe primeiro o livro onde foi encontrado. Se estiver estudando um versículo, leia pelo menos o capítulo que o envolve. Muitos erros serão evitados pela cuidadosa consideração do contexto em cada estudo. Ajuda no entendimento da Bíblia procurar respostas para questões simples, tais como: Quem está falando a quem? Por quê? Quando e onde tudo isto ocorreu?

3. Observe que tipo de texto você está estudando. É uma narrativa que relata uma parte da história da Bíblia? Está o autor desenvolvendo um argumento para explicar ou refutar alguma doutrina? É uma profecia? Contém o texto mandamentos específicos? É uma parábola? É parte do Novo Testamento (que se aplica nos dias de hoje) ou da velha lei (que governava os judeus do Velho Testamento)?

4. Entenda as palavras que você está estudando. Neste ponto, aquele dicionário da Bíblia ou outra tradução pode ser muito útil.

5. Procure auxílio em outras passagens. Muitos dos mais difíceis textos da Bíblia são esclarecidos por mais simples afirmações em relatos paralelos ou similares. A Bíblia é o seu próprio e melhor comentário! Desde que verdade nunca contradiz verdade, é nossa responsabilidade estudar diligentemente para reconciliar as discrepâncias aparentes.

6. Estude para conhecer a verdade, não para defender crenças pessoais ou tradições humanas.

7. Faça anotações. Muitas pessoas acham muito útil o uso de um caderno para anotar as observações sobre o texto, perguntas que elas querem saber, etc. Mais leituras e estudo muitas vezes responderão a dúvidas ou questões, por isso é bom ter anotações que você possa usar para aumentar o seu conhecimento.

8. Lembre-se de que a Bíblia nos dá o que necessitamos, mas nem tudo o que poderíamos querer. A infinita sabedoria de Deus está além da nossa compreensão, e há muitas coisas que poderemos querer saber que não estão reveladas na Bíblia (veja Deuteronômio 29:29). Temos que aprender a contentarmos-nos com o que Deus disse e não devemos nos permitir opinar e presumir para falar onde ele não falou.

O Valor do Estudo Bíblico

O estudo da Bíblia é um trabalho que desafia e dá satisfação, oferecendo muitos benefícios nesta vida, e que ajuda a equiparmos-nos para ficar na presença de Deus eternamente. Somos grandemente abençoados pelo privilégio de nos ser permitido ler e reler a carta de amor que Deus nos deu nas Escrituras. Que nossas vidas e hábitos de estudo reflitam a atitude expressada no Salmo 119:14-17:

“Mais me regozijo com o caminho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei respeito. Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra. Sê generoso para com o teu servo, para que eu viva e observe a tua palavra.”

Autor: Dennis Allan

 

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