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FONTE: BLog Ensinador Cristão

O que é um Líder

Deus pode escolher a quem Ele quiser para ocupar a posição de líder. Afinal de contas, Ele é Deus, nós apenas criaturas, Ele o Criador. Deus está chamando líderes. Ele está a procura de líderes. “Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei” (Ez 22.30).

É uma pessoa que está consciente do seu papel na liderança, sabe que está no comando e que este comando foi-lhe outorgado por Deus. Também está consciente que exerce um forte impacto e uma grande influência na vida dos liderados. Agora, ele não deve de forma alguma incidir uma influência forçada. Isso deve ser natural.

Ele é alguém que vê as necessidades das outras pessoas. Está sensível para com elas. Com isso, procura, na maneira do possível, ajudá-las a superar os seus obstáculos. Deve demonstrar um amor genuíno, como um amor de pai para filho. Afinal de contas, eles são o rebanho que Deus lhe confiou nas mãos e um dia prestará contas disso.

Para que um homem seja líder ele tem de ter seguidores. e para que tenha seguidores ele tem de ter a confiança deles. Assim sendo, a primeira qualidade do líder tem de ser integridade inquestionável. Sem ela, não é possível o verdadeiro sucesso, não importam se estejam trabalhando em turma de fábrica, campo de futebol, no exército ou num escritório. Se os colegas de um homem descobrem nele falsidade, se percebem que nele falta integridade direta, este homem fracassará. Seus ensinos e seus atos devem ser congruentes. Assim, a maior necessidade é integridade e propósito elevadoBARBER, Cyril J. Neemias e a Dinâmica da Liderança Eficaz. São Paulo, SP.: Editora Vida, 1999, p.79

Todo o poder que o líder vem a possuir, deve primeiramente ser por ele reconhecido que lhe concedido por Deus. Tudo provêm de Deus. Cristo disse: “Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5). Sem Cristo, o líder nada pode. “O exemplo máximo de liderança é Jesus. Seu grupo era constituído por doze, incluindo um que duvidou, outro que negou conhecê-lo e ainda outro que o traiu entregando-o aos assassinos. No entanto, com este pequeno grupo, ele mudou o mundoHAGGAI, John. Seja um Líder de Verdade: Liderança que permanece para um mundo em transformação. Venda Nova, MG.: Editora Betânia, 1990, p.11.

O líder não é um ditador. Aquele que chega com a palavra e diz tudo o que se deve fazer. Ele deve procurar incutir nas mentes das pessoas que elas devem participar na elaboração dos projetos, dos planos, etc. Assim, ele não irá exercer uma função autoritária e poderá com isso estar desenvolvendo novos líderes dentro do grupo. O líder deve, no entanto, ter a consciência que deve sempre estabelecer metas, bem como os meios necessários para atingi-las. Para isso, uma boa comunicação é fundamental. O líder deve ser alguém que saiba se comunicar. Deve saber dizer exatamente o que pretende e como pretende. Boa comunicação é imprescindível para a realização das metas, conseqüentemente os liderados não terão problemas em seguí-lo. Motivação é chave para atingir os planos. Ele deve estar sempre motivando os demais, bem como motivando a si mesmo. Quando o trabalho é bem executado, ele deve saber dar crédito às pessoas por isso, deve elogiar o trabalho bem feito. Deve também cobrar quando o trabalho não acontece.

O líder deve procurar pedir auxílio ao Senhor Jesus Cristo – o Líder dos líderes, o Mestre por excelência – para exercer a liderança. Colocando-se diante de Deus para escutar o que Ele manda, estará sendo o tipo de líder que Deus está a procura. Uma pessoa consagrada, temente a Deus, que faz o que Lhe agrada, porque seu objetivo e glorificar Aquele que o arregimentou.

Os líderes que trabalham com mais eficiência me fazem perceber que nunca dizem ‘eu’, não pensam ‘eu’. Pensam ‘nós’. Pensam na ‘equipe’. Entendem que seu serviço fazem a equipe funcionar. Aceitam responsabilidade e não se evadem, mas ‘nós’ conseguimos o crédito. Há uma identificação (com frequência, um tanto inconsciente) com a tarefa e com o grupo. Isso é o que cria a confiança. O que capacita para conseguir que a tarefa seja feitaFINZEL, Hans. Dez Erros que um Líder Não Pode Cometer. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999, p.88

  1. Como um Líder Deve ser Conhecido

O líder cristão deve ser uma pessoa que é conhecida por meio de seu poder espiritual, a sua autoridade diretamente da Palavra de Deus. Líderes devem ser pessoas que são fervorosas em oração. Ele deve ser uma pessoa que vive na Palavra e através disso desafiar os seus liderados a seguir o seu exemplo. O modo de vida, de agir, de falar, do líder deve ser inteiramente controlado ou guiado pelo Espírito Santo.

O líder é alguém que deixa uma marca na vida, bem como no coração das pessoas. O seu proceder fará com que alguém sinta o desejo de fazer o que a Palavra de Deus diz. Ele procura causar um impacto na vida dos liderados não para querer receber glória ou querer aparecer, mas para que seja um fruto para toda a eternidade.

2. O Líder e a Firmeza Espiritual

Para liderar o povo de Deus, um dos maiores segredos é a firmeza, e não a força. Os líderes mais respeitados são aqueles que têm firmeza espiritual, refletindo isso em suas vidas espirituais“. CAMPANHÃ, Josué. Segredos da Liderança: Diretrizes práticas para uma liderança bem-sucedida. São Paulo, SP.: Editora

Vida, 1999, p.23.

Os líderes têm que ser pessoas firmes. A firmeza dos líderes também afetará a vida dos demais. Um líder é alguém como todo mundo. Sente o que todo mundo sente. O líder deve ser alguém que busca auxílio diretamente de Deus. Recorre sempre ao Senhor para aprender a arte de exercer liderança.

Davi: um Homem Humilde de Coragem e Determinação

Davi irradia-se das páginas das Escrituras como um modelo de liderança hábil. Mesmo antes de alcançar a idade normal de maturidade, bravamente desafiou um urso ou um leão para recuperar uma ovelha de sua boca (1 Sm 17.35). Com coragem inspirada pela fé no Deus Todo-Poderoso, Davi pediu o privilégio de lutar com Golias. Embora não tivesse experiência de batalha, nem treinamento especial, sentiu a confiança que somente Deus dá para aqueles que ele seleciona para carregar o seu estandarte e enfrentar a morte que o ameaçava. Combinado com uma aparente coragem imprudente, podemos encontrar em Davi um homem que elevou sua lealdade de rei ungido de Deus para um nível raramente visto. Não importa que Saul fora tão instável quanto a água, ou que mentira constantemente por causa de seu medo invejoso e infundado de que Davi estava conspirando para derrubá-lo. Mesmo sabendo que Deus o tinha escolhido para substituir Saul como rei, Davi, ainda sim, apoiou o líder constituído da nação.

Davi repetidamente demonstrou versatilidade nos anos que fugira e escondera-se da ira mortal do rei Saul. Quer evitando a fome, comendo o pão da Presença (lSm 21.1-9), fingindo loucura na presença de Áquis em

Gate ou cortando um pedaço da orla do manto de Saul para provar que não tinha nenhuma intenção má, Davi consistentemente inspirou confiança em seus seguidores e à nação, como um todo.

Uma dose impressionante de humildade coexistiu com a coragem e a determinação de Davi. Quando a notícia da morte de Saul o alcançou, ele deu um exemplo de tristeza genuína em seu ato, rasgando suas vestes, pranteando, jejuando e chorando por seu inimigo caído. Quando o profeta Natã repreendeu seus pecados de adultério e assassinato, não reagiu em fúria e autodefesa, mas com uma convicção de coração partido e de arrependimento. O Salmo 51 revela como Davi sentiu profundamente as feridas de sua consciência. Qualquer líder que é inclinado a arrepender-se superficialmente não é digno de sua posição como um modelo exemplar. Davi amou intensamente seu filho Absalão, mesmo depois da desprezível rebelião que ele levantara contra seu pai. Joabe sabia que Absalão não merecia viver, mas intensifica a aflição de Davi diante da notícia de que o seu filho rebelde estava morto. O poder e a fama não fizeram Davi insensível às outras pessoas.

Davi deu valor à justiça. Considere a maneira que ele desafiou a prática de distribuição dos despojos da batalha entre os homens. Ele se assegurou de que os homens fracos recebessem um montante igual e justo.

Robert Clinton desenvolveu idéias novas em relação à forma pela qual Deus desenvolve líderes segundo o seu próprio coração. Eles são padrões que descrevem uma idéia geral, providenciando uma estrutura, um tipo de esboço da vida de uma pessoa.

Primeiro, de significado especial, são os traços da personalidade que fazem uma pessoa ser o que ela é. Alguns traços são natos, e outros são formados através da disciplina familiar e da transferência de valores.

Segundo, são os processos que movem uma pessoa ao decorrer de sua vida. Os eventos, as pessoas e as circunstâncias afetam as atitudes e produzem reações que as pessoas desenvolvem desde o nascimento até a morte. Enquanto uma pessoa amadurece, ela aprende através da experiência e da reflexão. A leitura, o estudo e a discussão afetam no processo que transforma um jovem imprudente em um líder respeitado. Paulo adverte Timóteo para não ordenar um irmão que seja “neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condena~]ao do diabo ” (1 Tm 3.6). Quando o processo necessário de testes e de tropeços da vida são bem sucedidos, um líder em potencial pode mover-se ao serviço sem colocar em perigo a vida do grupo.

Finalmente, é preciso considerar os princípios, isto é, as verdades fundamentais que servem como as raízes de uma árvore ou os alicerces de um edifício, mantendo-o firme em tempestades e terremotos. O pastor Warren Wiersbe, antigo pastor da Moody Church em Chicago, e autor bem conhecido, escreveu o seguinte sobre princípios: “Em relação à única coisa que eu me lembro de uma das minhas aulas de seminário é uma estrofe de uma poesia que um professor cansado apresentou no meio de uma aula monótona:

‘Os métodos são muitos,

e poucos os princípios.

Os métodos sempre mudam,

mas nunca os princípios’.

Aquela convicção levou-me a uma vida incessante à busca de princípios, as verdades fundamentais que nunca mudam, mas sempre têm um novo preceito atrás deles. Aprendi avaliar homens e ministérios baseado nos princípios que os motivaram, e também baseado no fruto que eles produziram”.

Uma liderança sem princípios é como um navio sem bússola. Liderança sem o processo de experiência é como um navio sem o capitão. Liderança sem um padrão é como um navio sem um destino ou porto seguro.

Davi demonstrara o padrão da sua vida nos Salmos. Como um exemplo, veja suas palavras: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água. Assim, eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória” (63.1-2). A inclinação de seu coração repousava-se em Deus. Esta foi sua disposição, um ardente almejo da intimidade com Deus, que é refletido em muitos Salmos compostos por Davi.

A biografia bíblica de Davi revela o processo pelo qual Deus elevou esse jovem a uma estatura de proeminência mundial. Nos olhos de seu pai era improvável que Davi se tornasse um líder da nação, tanto que Samuel teve que perguntar a Jessé se ele não tinha outro filho que Deus pudesse indicar como sua escolha. Não havia nem passado por sua mente que Davi pudesse vir a ser ungido como o futuro rei de Israel (lSm 16.11-13).

O desempenho de Davi sobre a nação foi um modelo criado pela sabedoria e poder aplicados ao governo. Entre os princípios proeminentes exemplificados por Davi, o primeiro que podemos fazer menção é integridade, incluindo as virtudes de honestidade e de veracidade. Enquanto Saul tinha como características pessoais a desonestidade e a insegurança, Davi, desde a sua mocidade, buscava vencer a tentação da hipocrisia e duplicidade. Spurgeon estava certo quando disse a seus alunos ministeriais: “Um ministro de Cristo deve ter sua língua, seu coração e suas mãos em concordância”.

Segundo, a confiabilidade, uma faceta da integridade, caracterizava-o. Davi fez da confiabilidade, uma regra para sua vida para cumprir suas promessas. Lembre do caso de Mefibosete, filho de Jônatas, que recebeu de volta toda a terra que pertencia a Saul, e comeu na mesa do rei (2Sm 9.7). Nestes dias em que manter promessas não é mais considerado uma obrigação solene, as ações de Davi desafiam os cristãos de hoje a terem responsabilidade.

Terceiro, observe o princípio de justiça. O insensato Nabal quase perdera sua cabeça por não reconhecer que a liderança de Davi baseava-se em um senso vital de justiça (lSm 25), em vez de subornos, favoritismos e “panelinhas”. O general Joabe, que servira Davi tão habilmente nas batalhas, mas que pecava na falta deste princípio crucial de orientar sua vida pela justiça, finalmente perdeu sua vida como uma conseqüência da falta de justiça.

Quarto, note o princípio de humildade que fez de Davi um homem segundo o coração de Deus. Quando três dos seus valentes romperam pelo arraial dos filisteus para tirar água da cisterna que estava junto à porta de Belém, para que Davi bebesse, Davi não bebeu da água (2Sm 23.15-17). Como um grande líder como foi, Davi não se considerou digno de beber da água que foi tirada com o risco de vida para satisfazer seu desejo caprichoso da água especial de Belém.

Qualidades na vida de um líder

1. Qualidades Espirituais

É indispensável que o líder caminhe ao lado e com Deus na liderança. Para isso, é necessário que o coração do líder seja inteiramente de Deus (2Cr 16.9). Sendo assim, o líder é uma pessoa que procura com intensidade ter ou possuir uma elevada estatura espiritual. O padrão divino para o líder é extremamente elevado, para que ele possa atingir o padrão de Deus, é necessário uma obediência plena da parte dele.

Seu viver deve ser irrepreensível. O que ele ensina em relação às verdades espirituais da Palavra de Deus, devem condizer com a verdade. Não deve acontecer de que um membro chegue diante dele e o acusa de não estar praticando o que prega, de não estar cumprindo este ou aquele outro mandamento da Palavra de Deus.

Temos na vida de Daniel um grande exemplo: ele era irrepreensível, não havia nada que as pessoas podiam falar com relação a faltas em sua vida. Sendo assim, seus inimigos tentaram achar algo para acusá-lo na lei de Deus. Nada encontraram. Por fim, tiveram que fazer algo para que ele viesse a cair, mas sua vida espiritual era tão elevada que mesmo diante do decreto do rei, ele não sucumbiu. Sua firmeza espiritual foi o seu segredo (Dn 6).

As qualidades espirituais devem ser prioridades absolutas na vida do líder. Se ele assim proceder, as pessoas irão querer imitar o seu exemplo.
2. Qualidades Morais

Os líderes devem possuir uma vida limpa, isso não deve ser por medo dos liderados, mas sim pelo temor diante de Deus, por querer agradá-lo. Nas Escrituras, temos um exemplo bastante forte deste padrão moral que o líder deve ter. José se recusou a ter relações sexuaiscom a mulher de Potifar, não por temer a Potifar, mas por temer cometer tamanho pecado diante de Deus (Gn 39.7-21).

Ter uma vida moral reta é algo que não tem preço. Não se pode comprar. Tendo uma vida limpa perante Deus e os demais, o líder terá uma visão clara de seus alvos e objetivos, será mais fácil para ele alcançar seus objetivos assim.

Pessoas com problemas de visão procuram um oftalmologista para corrigir o problema. Líderes com problemas em sua vida moral, terão uma visão distorcida do ministério, não mais agirão com clareza. Por isso, é fator primordial ter uma vida limpa.

3. Qualidades Pessoais

Cada líder tem a sua própria personalidade. Ninguém é igual a ninguém. Porém há qualidades pessoais que cada líder deveria ter preocupação. Um líder deve estabelecer alvos pessoais. Ele deve estabelecer alvos para si mesmo, bem como para sua congregação (Rm 12.3; Fp 3.14).

O líder é uma pessoa cuja influência se faz sentir em todos os aspectos. Por onde quer que vá, ele é alvo de observações e por isso há de exercer uma influência na vida das pessoas que o cercam. Ele não deve procurar fazer certas coisas somente para que outras pessoas vejam que ele está fazendo, mas ele deve ter em sua mente que quando ele faz alguma coisa os outros estão observando o seu modo de fazer ou agir. Até mesmo tudo o que o líder fala, faz ou pensa serve para influenciar os seus liderados, quer positiva, quer negativamente. De uma maneira ou de outra, o líder, influenciará os seus liderados em tudo o que faz, portanto, é necessário que se tenha o máximo cuidado para não ser uma influência negativa na vida deles.

Conclusão

Muitos outros exemplos de princípios de liderança poderiam ser extraídos das histórias da vida de homens proeminentes do Antigo Testamento. Porém, esses exemplos apresentados devem ser suficientes para destacar o significado do caráter e da maturidade espiritual nas vidas daqueles que Deus escolhera para servi-lo como líderes.

Fontes:

O Líder que Deus Usa – Russel Shedd

Princípios para uma boa liderança – Pr. Cleverson Abreu

socorro

Este é um livro que não pode faltar na cabeceira  de um professor de EBD. É uma obra que vai além das quatro paredes da sala de aula.

O autor não se contenta em tratar apenas aspectos didáticos e teológicos que cercam a missão de um professor de EBD. Ele explora questões que envolvem comunhão, vida cristã, testemunho e missão como ferramentas obrigatórias do professor.

As idéias básicas tratadas no livro são:

  1. O professor deve explorar metodologias diferentes – O livro pede que os professores de EBD não se conformem com a mesmice muito comum em aulas nas igrejas. Para isso pede que os professores busquem desenvolver diferentes métodos de apresentação de conteúdo, como uso de Data Show, vídeos, dinâmicas, estudo induzido e etc.
  2. A congruência entre a mensagem e a vida do professor – O professor deve ser um testemunho vivo daquilo que ele está sendo ensinado. Ele exorta que o professor seja um exemplo na sua vida espiritual, vida religiosa, vida profissional e vida familiar.
  3. Propaganda para atrair alunos – Temos propaganda de tudo na igreja. Das atividades dos jovens, do ministério de casais, de música, e etc, mas não vemos nunca um canal de comunicação da EBD com os seus alunos. No entanto, o autor pede que não devemos nos contentar em chamar a atenção apenas dos membros da igreja. Ele defende a idéia de que esta propaganda tem que ser direcionada para aqueles de fora da do rol de membros, como vizinhos da igreja e parentes de membros da mesma.
  4. Criar relacionamento Professor X Aluno – A pessoa envolvida no ministério de ensino da igreja deve ter o propósito de ser um professor dentro de sala de aula e um tutor, um mentor, fora dela. O professor deve buscar conhecer seus alunos a fundo.
  5. Oportunidades extraclasse – O professor neste intuito inovador de extrapolar a as suas incumbências de sala de aula, deve ser um desafiador, e mais, deve ser um coordenador de atividades que não envolvem a sala de aula, como espaço físico. O professor deve criar oportunidades para que os seus alunos coloquem em prática os ensinamentos desenvolvidos em sala. Algumas atividades são sugeridas pelo autor:
    • Evangelização nas ruas;
    • Grupos de oração nas esquinas
    • Visitação
    • Ação social

Socorro, sou professor da escola dominical é uma obra moderna e, principalmente, uma obra fincada nos princípios bíblicos do ensino cristão.

Que Deus abençoe.

http://blogs.gospelprime.com.br/bereiablog/livro-%E2%80%93-socorro-sou-professor-da-escola-dominical/

 

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HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL

Os missionários escoceses Robert e Sara Kalley são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país.

Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio. Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO MUNDO

 

As origens da Escola Dominical remontam aos tempos bíblicos quando o Senhor ordenou ao seu povo Israel que ensinasse a Lei de geração a geração. Dessa forma a história do ensino bíblico descortina-se a partir dos dias de Moisés, passando pelos tempos dos reis, dos sacerdotes e dos profetas, de Esdras, do ministério terreno do Senhor Jesus e da Primitiva Igreja. Não fossem esses inícios tão longínquos, não teríamos hoje a Escola Dominical. Porém, antes de sumariarmos a história da Escola Dominical em sua fase moderna, faz-se mister evocar os grandes vultos do Cristianismo que muito contribuíram para o ensino e divulgação da Palavra de Deus.

Como esquecer os chamados pais da Igreja e lhes seguiram o exemplo? Lembremo-nos de Orígenes, Clemente de Alexandria, Justino o Mártir, Gregório Nazianzeno, Agostinho e outros doutores igualmente ilustres. Todos eles magnos discipuladores. E o que dizer do Dr. Lutero? O grande reformador do século XVI, apesar de seus grandes e inadiáveis compromissos, Ainda encontrava tempo para ensinar as crianças. Haja vista o catecismo que lhes escreveu. Foram esses piedosos de Cristo abrindo caminho até que a Escola Dominical adquirisse os atuais contornos.

A Escola Dominical do nosso tempo nasceu da visão de um homem que, compadecido com as crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta Cidade, localizada no Sul da Inglaterra, a delinqüência infantil era um problema que parecia insolúvel. Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos. É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna – o inglês.
Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus? Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso incondicional. Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após três anos de oração, observações e experimentos, que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira. No dia três de novembro de 1783, Raikes publica, em seu jornal, o que Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos Gloucester. Eis porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical.

Mui apropriadamente, escreve o pastor Antonio Gilberto: “Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe”. Tornou-se a Escola Dominical tão importante, que já não podemos conceber uma igreja sem ela. Haja vista que, no dia universalmente consagrado à adoração cristã, nossa primeira atividade é justamente ir a esse prestimoso educandário da Palavra de Deus.

É aqui onde aprendemos os rudimentos da fé e o valor de uma vida inteiramente consagrada ao serviço do Mestre. A. S. London afirmou, certa vez, mui acertadamente: “Extinga a Escola Bíblica Dominical, e dentro de 15 anos a sua igreja terá apenas a metade dos seus membros”. Quem haverá de negar a gravidade de London? As igrejas que ousaram prescindir da Escola Dominical jazem exangues e prestes a morrer.

 

 

 CRONOLOGIA DA ESCOLA DOMINICAL 
No Mundo, no Brasil e nas Assembléias de Deus

 ANO ACONTECIMENTO
1736 14/09
Nasce Robert Raikes, na Inglaterra.
1780 Robert Rikes, jornalista evangélico (episcopal), com 44 anos, realiza em Gloucester, Inglaterra, as primeiras aulas aos domingos pela manhã para crianças sobre leitura, escrita, aritmética, instrução moral e cívica e conhecimentos religiosos, dando início à Escola Dominical, não exatamente no modelo que temos hoje, mas como escola de instrução popular gratuita, o que veio a ser a precursora do moderno sistema de ensino público. As primeiras professoras foram assalariadas por Raikes.
1783 03/11
Dia Natalício da Escola Dominical, pois Raikes, após três anos de experiência com 7 Escolas Dominicais em casas particulares e com 30 alunos em cada uma delas, alcança êxito em seu trabalho com a transformação na vida de duas crianças.
A Escola Dominical passou das casas particulares para os templos, os quais passaram a encher-se de crianças.
1784 Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já contava com 250 mil alunos matriculados.
1785 Raikes Organiza a primeira União de Escolas Dominicais, em Gloucester, com ajuda de William Fox.
Surgem as primeiras Bíblias, Testamentos e Livros para serem usados especialmente nas Escolas Dominicais. Raikes publica o Sunday School Companion, que era um simples livro de leitura de versículos bíblicos.
É iniciado o movimento de Escolas Dominicais nos Estados Unidos da América, na Casa de William Elliott, inspirado nos exemplos britânicos. 
 1790 É fundada a primeira União de Escolas Dominicais dos EUA, em Philadelphia, para prover salas de aulas e professores para as escolas. Em Charleston, EUA, a Conferência Metodista reconhece oficialmente as suas Escolas Dominicais.
1797 Somente na Inglaterra chega a mil o número de Escolas Dominicais.
1800 Surgem fortes ataques contra a Escola Dominical. Raikes ‚ acusado de “profanador do Dia do Senhor”, pelo fato de fazer funcionar a Escola aos domingos… Tal acusação partiu dos religiosos da época. No Parlamento chegou a ser apresentado um decreto para proibir Escolas Dominicais em toda a Inglaterra. Tal decreto jamais foi aprovado.
1810 O movimento já contava com mais de três mil Escolas Dominicais e com aproximadamente 275 mil alunos matriculados.
1811 Começa a separação de classes para que adultos analfabetos, assim como as crianças, também pudessem aprender a ler a Bíblia. O movimento chega a 400 mil alunos matriculados só na Inglaterra.
5/04
Morre Robert Raikes, aos 76 anos de idade, tendo a Escola Dominical se espalhado por toda a Inglaterra e em outras partes do mundo.
1820 Começam os primeiros passos para congregar as Uniões locais de Escolas Dominicais numa central – União Americana de Escolas Dominicais.
1824 25/05
A União Americana de Escolas Dominicais, em Filadelfia, EUA, torna-se a representante nacional de 723 Escolas afiliadas e 50 mil alunos.
1831 As Escolas Dominicais chegam a 1.250.000 alunos matriculados, cerca de 25% da população da Inglaterra na época.
1832 03/10
Realizada a Primeira Convenção Nacional da União Americana de Escolas Dominicais, em New York.
1836 O Rev. Justin Spauding, da Igreja Metodista, organiza no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abre uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua. 
1855 19/08
Robert Kalley e sua esposa Da. Sarah Poulton, casal de missionários escoceses, realizam a primeira aula de Escola Dominical para cinco crianças, em sua residência na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro, o que resultaria na fundação da Igreja Evangélica Fluminense, embrião da Igreja Congregacional.
 1911 Dois meses após a fundação das Assembléias de Deus, é realizada a primeira aula de Escola Dominical, na casa do irmão José Batista Carvalho, na Av. São Jerônimo, em Belém, PA.
 1920 Começa a circular como suplemento do Jornal Boa Semente em Belém, PA, os Estudos Dominicais, o embrião da atual revista Lições Bíblicas, para Jovens e Adultos.
 1930 Lançada a revista Lições Bíblicas para adultos, inicialmente comentada pelos missionários suecos Samuel Nyström e Nils Kastberg. A CPAD ainda não tinha sido fundada.
 1932 25 a 31/7
Realizada a XI Convenção Mundial de Escolas Dominicais, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
 1943 Lançada a primeira revista para crianças na Escola Dominical das Assembléias de Deus, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito.
 1955 Surge nova revista infantil da CPAD, chamada Lições Bíblicas para Criança, para as idades de 6 a 8 anos. Publicado o primeiro comentário de Lições Bíblicas de autoria do missionário sueco Eurico Bergstén, que viria ser o comentarista com o maior número de lições escritas: 35. 
19/8
Completados 100 anos de fundação das Escolas Dominicais no Brasil.
 1973 Novamente lançada pela CPAD uma revista para crianças por iniciativa e comentários do pr. José Pimentel de Carvalho, sob o título: Minha Revistinha, para as idades de 4 e 5 anos.
 1974 Fundado o Departamento de Escola Dominical da CPAD (atual Setor de Educação Cristã), sob a chefia do pastor Antonio Gilberto.
1 a 06/07
Realizado o primeiro CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), da CPAD e fundado pelo pastor Antonio Gilberto, na Assembléia de Deus de São Cristóvão, RJ.
Lançado o Livro “Manual da Escola Dominical”, de autoria do pastor Antonio Gilberto, best-seller da CPAD e livro-texto do CAPED.
Lançada pela CPAD a revista infantil Estudando a Bíblia (atual revista Juniores, para crianças de 9 a 11 anos).
 1980 Comemorados os 200 anos de fundação da Escola Dominical no mundo pela Associação lnternacional de Educação Cristã (ICEA).
O número de alunos em todo o mundo‚ é estimado em 120 milhões, com cerca de 2 milhões de Escolas Dominicais (não nos moldes do modelo britânico de Raikes) e 8 milhões de professores.
 1981 Lançado pela CPAD o Primeiro Plano de Revistas da Escola Dominical para Assembléias de Deus, formulado pelo pastor Antonio Gilberto, que estabelecia, pela primeira vez, revistas para cada faixa etária da Escola Dominical.
 1982 Lançada a revista Mensageiros da Fé (atual Adolescentes Vencedores), para crianças de 12 a 14 anos.
Lançada revista do Mestre para a revista Lições Bíblicas (Jovens e Adultos), comentadas pelos missionários João Kolenda Lemos e sua esposa Doris Ruth Lemos.
 1985 Lançado pela CPAD o Curso Evangelização Infanto-Juvenil (CEI) destinado ao treinamento de professoras de crianças e adolescentes (curso atualmente fora desativado).
 1994 Reformulado e Relançado pela CPAD o Plano de Revistas formulado em 1974, com a inclusão de duas novas revistas: Campeões da Fé (atual Juvenis Lições Bíblicas), para adolescentes de 15 a 17 anos, e a revista Discipulando para novos convertidos.
1996 Lançada a campanha da CPAD Biênio da Escola Dominical – 96/97 “Achei o Livro na casa do Senhor”
5 a 07/06
Realizado o I Encontro Nacional de Superioridades de Escola Dominical, no Hotel Glória, Rio de Janeiro, RJ.
1998  10 a 13/6
Realizado o I Congresso Nacional de Escolas Dominicais das Assembléias de Deus, no Riocentro, Rio de Janeiro, RJ.
11 a 20/11
Realizado o primeiro CAPED fora do Brasil, em Moçambique, África. 
Lançado o CAPED em vídeo com 5 fitas.
1999  12 a 15/11
Realizada a Conferência Nacional de Escolas Dominicais, no Centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco, Recife. 
Lançada a revista Lições Bíblicas Mestre em CD-ROM. 
Lançada a Revista Ensinador Cristão, da CPAD, para circular a partir do 1º trimestre de 2000. 
Reformulado e relançado o Plano de Revistas da CPAD da edição de 1994, tendo as primeiras revistas de Escola Dominical no Brasil totalmente coloridas e tendo a inclusão de mais duas revistas: a Maternal, para crianças de 2 e 3 anos, e a Discipulado Mestre.
2000  Lançadas as revistas de Escola Dominical da CPAD para toda a América Latina pela Editorial Patmos. (editora da CPAD para o mundo hispânico).
24 a 27/05
Realizado o segundo CAPED fora do Brasil: Nova Iorque, EUA.
Lançado o CEI em vídeo com 4 fitas. 
Lançada a Cartilha Escola Dominical Revistas e Currículos, para pastores, superintendentes, coordenadores de departamentos e professores.
Lançada a campanha todos na Escola Dominical cada crente um aluno, para mobilizar as Igrejas a envolverem a grande partes de seus membros que não freqüentam a Escola Dominical nas Assembléias de Deus.
06 a 09/09
Realizado o II Congresso Nacional de Escolas Dominicais nas Assembléias de Deus, no Riocentro, Rio de Janeiro.

 http://www.4shared.com/get/107985802/c6855072/A_Histria_da_Escola_Bblica_Dominical_-_CPAD.html

Lista dos nomes de Deus

Lista dos nomes de Deus
Aará Meu Pastor
Adon Hakavod Rei da Glória
Adonay (חשם) Senhor
Attiq Yômin Antigo de Dias
El (אל) Deus “aquele que vai adiante ou começa as coisas”
El-Berit Deus que faz pacto ou aliança
El Caná O Deus zeloso
El Deot O Deus das Sabedorias
El Elah Todo Poderoso
El Elhôhê Israel Deus de Israel
El-Elyon (עליון אל) Deus que faz pacto ou aliança
El-Ne‘eman Deus de graça e misericórdia
El-Nosse Deus de compaixão
El-Olan (םאל על) Deus eterno, da eternidade
El-Qana Deus zeloso
El Raí O Deus que tudo vê
El-Ro‘i Deus que vê (da vista)
El-Sale‘i Deus é minha rocha, o meu refúgio
El-Shadday (שרי על) Deus Todo Poderoso
Eliom Altíssimo
Elohim – (plural) (אלחים) Deus; Criador “implícito o poder criativo e a onipotência”
Eloah – (singular) (ה׀לא) Deus; Criador “implícito o poder criativo e a onipotência”
Gibbor Poderoso
há’Shem – (השם) Senhor
Jehoshua Javé é a Salvação
Kadosh Santo
Kadosh Israel Santo de Israel
Malah Brit O Anjo da Aliança
Maor Criador da Luz
Margen Protetor
Nikadiskim Que nos santifica
Palet Libertador
Robeca Que te sara
Salvaon Senhor Todo Poderoso
Shadday (שרי) Todo Poderoso
Shaphatar Juiz
Yahweh Javé; Deus
Yaveh (Yahweh) El Elion Norah O Senhor Deus Altíssimo é Tremendo
Yaveh (Yahweh) Tiçavaot Senhor das Hostes Celestiais
Yeshua Jesus… veja também [Jesus um Nome sobre todo o Nome]
YHWH – (יהוה) Tetragrama; Um nome difícil, quase impronunciável, de Deus; sempre é traduzido por Senhor.
Yehoshua (Iesus) Javé (Iavé) é a Salvação
YHWH (Jeová) Eloheka O Senhor teu Deus
YHWH (Jeová) Elohim – (יהוה אלהים) Senhor (criador) de todas as coisas
YHWH (Jeová) Hosseu O Senhor que nos criou
YHWH (Jeová) Jaser O Senhor é Reto
YHWH (Jeová) Jireh – (יהוה ידח) O Senhor proverá – Deus proverá
YHWH (Jeová) Nissi – (יהוה נסי) O Senhor é a Minha Bandeira
YHWH (Jeová) Raah – (יהוה דעה) O Senhor é o Meu Pastor
YHWH (Jeová) Rafa – (יהוה דפה) O Senhor que te sara
YHWH (Jeová) Sabaoth – (Sebhãôh) – (יהוה צכאח) Senhor dos Exércitos
YHWH (Jeová) Shalom – (יהוה שלום) O Senhor é Paz
YHWH (Jeová) Shammah – (יהוה שמה) O Senhor está presente; O Senhor está ali
YHWH (Jeová) Tsidikenu – (יהוה צדקנו) Senhor Justiça nossa; O Senhor é a nossa Justiça
Yohanan (Yehohanan) João – no sentido de Deus se compadeceu, Deus teve misericórdia

Para separação no ministério

 Outro aspecto importante da imposição de mãos, é a ordenação de ministros para a obra de Deus. Este é talvez o sentido mais comprometedor, pois através da imposição de mãos pessoas recebem autoridade e se não estiverem prontas para isso, causarão prejuízos ao Reino de Deus. Vemos os diáconos sendo ordenados desta maneira (At 6: 1-6). Paulo e Barnabé recebem uma unção apostólica ao serem ministrados pelos líderes de Antioquia (At 13: 1-4). É importante notar que isso sempre é feito por autoridades constituídas por Deus e não pelos crentes em geral. (Tt 1: 5). Impor as mãos está relacionado com a autoridade imbuída ao oficiante.  Moisés (oficiante) impõe as mãos sobre Josué (oficializado). (Nm 27.18-23)

O líder Moisés já havia preparado Josué como seu sucessor, não foi o ato de imposição que garantiu o sucesso da liderança de Josué, mas o ato foi um ritual solene que marcava a transferência de autoridade. Consequentemente, Josué, lembrava que: a autoridade que possuía não era resultado de sua própria conquista, mas o esforço em seguir o líder Moisés como exemplo de liderança.

 A importância do Ato Público de Moisés:

O Ato Público da imposição das mãos tinha os seguintes objetivos: O ato da imposição era um ato sagrado, demonstrando publicamente que Deus estava endossando, através da imposição das mãos, a liderança de Josué. A liderança de Josué era Teocrática, isto é, direcionada por Deus; e não de forma aristocrática, isto é, devido a nobreza de Josué.

 Impor as Mãos está relacionado com o reconhecimento do chamado de Deus.

Deuteronômio 34.9 – Ora, Josué, filho de Num, foi cheio do espírito de sabedoria, porquanto Moisés lhe tinha imposto as mãos; assim os filhos de Israel lhe obedeceram , e fizeram como o Senhor ordenara a Moisés. Moisés, preparou, treinou e acompanhou Josué. Isto estava relacionado ao chamado de Deus na vida de Moisés conforme vemos no capítulo 34 de Deuteronômio.

O povo vendo o caráter de Josué, o chamado de Deus evidente na vida de Josué, reconheceram o ato da imposição das mãos como sinal de autoridade, assim os filhos de Israel lhe obedeceram.

Se a imposição de mãos representa autoridade para aqueles que são frutos dessa atitude, por outro lado é bom deixar bem claro que à Igreja que impõe as mãos cabe uma grande parcela de responsabilidade. Sim, ela abençoa e envia, mas no momento em que suas mãos são impostas, está assumindo, diante de Deus e dos homens, o compromisso paterno para com os futuros enviados. Sua tarefa não se limita simplesmente no abençoar e no enviar, mas a imposição de mãos cria uma espécie de cordão umbilical, de compromissos entre a igreja e o missionário.

 Cuidados na Imposição de Mãos

 Dada a transmissão que ocorre durante a imposição das mãos ser tão real, e tão poderosa, e porque não somente o Espírito Santo pode ser transmitido, tome muito cuidado com quem você permite lhe impor as mãos. Não permita que alguém que esteja envolvido com o ocultismo ou cometa pecado intencional ministre a você, porque pode haver uma transmissão de espíritos malignos, que causarão problemas em sua vida.

 Como já vimos há um tremendo poder quando, em fé, colocamos nossas mãos sobre alguém, são necessários alguns cuidados no exercício desta prática. Nós mesmos devemos cuidar para que não haja brechas de pecado ou falta de fé em nossas vidas, especialmente quando vamos ministrar sobre pessoas oprimidas e endemoninhadas.

 Peça a Deus em uma oração silenciosa e rápida de seu coração, como Neemias fez em Neemias 2:4, e rapidamente avalie o caráter da pessoa desejosa de lhe impor as mãos. Se você não estiver feliz, recuse a oferta polidamente.

 Ministrar com brechas na vida pode ser um perigo, pois influências podem nos ser transmitidas na “contra-mão” do nosso toque. Outro  cuidado deve ser o de não tentar ministrar dons e ministérios sobre pessoas, sem uma direção de Deus. Nossa imposição de mãos neste sentido deve ser para confirmar a vontade ministerial do Senhor sobre alguém e não para determiná-la segundo nossa própria vontade. Finalmente devemos, especialmente os pastores, zelar para não delegar autoridade e estabelecer no ministério pessoas despreparadas.

 Antes de impormos as mãos em novos obreiros, ministros ou missionários devemos levar em consideração o tempo certo, e fazê-lo com grande cuidado. A imposição de mãos é o ultimo e mais público dos estágios do processo de tomada de decisão diante do Senhor. Obviamente não queremos escolher a pessoa errada, que poderá trazer facilmente a ruína e a divisão para a igreja. I Timóteo 5:22; II Co 6.17-18; Jd 21-23.

 Não estamos falando sobre um ritual ou uma cerimônia que acontece na igreja. Isto seria apenas a imposição de mãos vazias sobre cabeças vazias. Não teria nenhum valor e careceria da aprovação de Deus. Quando os líderes ou crentes impõe as mãos sobre um homem ou mulher é porque eles desejam que Deus flua Seu Espírito e Sua graça através daquelas mãos em um tempo de ministração guiado pelo Espírito Santo.

Impor precipitadamente as mãos sobre alguém traz dificuldades sobre o oficiante (ou Oficial, Ministro)! Por quê? Porque impor as mãos inclui também o reconhecimento da autoridade que o oficializado está recebendo. Consequentemente, o oficiante pode tornar-se co-participante dos pecados do oficializado, como? Se não houve tempo suficiente para o candidato ser analisado, o oficializante é culpado de (1) equívoco, (2) falta de discernimento espiritual, (3) concordar com os atos, ou sendo relapso na análise.

Podendo perder o respeito quanto a sua qualificação como Oficial (Ministro) da Palavra de Deus. Não vale o risco – A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro. – (1Tm 5.22) Quando Paulo recebeu a notícia que os discípulos estavam formando facções, o apóstolo Paulo agradeceu a Deus por não ter batizados os coríntios. Qual seria a reação de Paulo se ele tivesse imposto as mãos sobre eles? Paulo certamente lamentaria muito. – Dou graças a Deus que a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio; – (1Co 1.14) O ato de impor as mãos tem maior relevância do que o ato de batizar alguém. Se Paulo se preocupava com a seriedade do batismo, a ponto de lamentar, se tivesse batizado um rebelde, qual seria o lamento de Paulo se fosse uma ordenação ministerial?

 

No Antigo testamento

 

De fato, a imposição de mãos é uma das bênçãos mais antigas conhecidas pelo povo de Deus. Existem registros dela desde os tempos mais antigos.

Identificar as origens da imposição de mãos é realizar longa viagem aos tempos imemoriais de indefinível distancia. A imposição de mãos nasceu nas civilizações antigas, como um ritual das crenças primitivas. A agilidade das mãos sugeria a existência de poderes misteriosos, praticamente comprovados pelas ações cotidianas da fricção que acalmava a dor.

Na Caldéia e na Índia, os magos e brâmanes, respectivamente, buscavam curar pela aplicação do olhar, estimulando a letargia e o sono. No Egito, no templo da deusa Isis, as multidões ali acorriam, procurando o alívio dos sofrimentos junto aos sacerdotes, que lhes aplicavam a imposição das mãos. Dos egípcios, os gregos buscaram aprender as artes de curar. O historiador Heródoto destaca, em suas obras, os santuários que existiam nessa época para a realização das fricções com as mãos. Em Roma, se cria que a saúde poderia ser recuperada através de imposição de mãos. Hipócrates também falava de uma medicina que relacionava cura à imposição de mãos e aos sonhos. Depreendemos, a partir desses breves registros, que a crença na cura pela imposição de mãos era algo normal desde tempos antigos e que não se limitava à sua prática conforme se lê na Bíblia, especialmente no Novo Testamento

Deus criou todas as coisas por sua palavra. Ele falou e tudo se fez. Mas com o ser humano foi diferente. O Senhor o criou com suas próprias mãos. Ele o formou do pó da terra, modelando-o segundo o seu querer. Houve contato. Esta é a primeira imposição de mãos na Bíblia, se assim podemos dizer.

No Velho Testamento, os israelitas impunham suas mãos nas cabeças de animais antes que eles fossem queimados para transferir seus pecados para o sacrifício animal.

Êxodo 29:10; 29:15; 19;

Levítico 1:1-5; 4:15; 8:4; 8:18; 22; 16:21; 24:14.

Números 8:12; 2

Crônicas 29:23;

Jacó transmitiu pela pela imposição das mãos, uma bênção profética final aos seus netos, Efraim e Manassés. Gênesis 48.14.

 

 

No Novo testamento

JESUS OPEROU PELA IMPOSIÇÃO DE MÃOS

Jesus trouxe consigo os sinais do reino de Deus, (Mt 11: 4,5). Estes milagres quase sempre foram operados através da imposição de mãos, (Mc 1: 44; 6: 5; 8: 23; Lc 4: 40; 13: 13). Além de estar abençoando pessoas, estava formando discípulos. Cada ministração era uma “aula prática” de como operar no poder de Deus. Por isso, depois os apóstolos continuaram praticando e ensinando a respeito da imposição de mãos.

Cura

Os presbíteros ungem com óleo, impõe as suas mãos sobre a pessoa e oram por sua cura. Os crentes também podem transmitir a cura pela imposição das mãos.

Mateus 10.7-8; 19.13-15

Marcos 5:23; 6:5; 8:23-25; 16:18;

Lucas 4:40; 13:13;

Atos 9:12-17; 28, 8-9,

Em Tiago 5: 14, 15 o termo “orem sobre eles” dá a entender a imposição de mãos, neste caso também em conjunto com a unção com óleo.

 

Se pela imposição de mãos a fé puder de alguma forma ser estimulada, ela será um canal de

benção para aquele que estiver  recebendo a  intercessão, mas caso contrário, ela passa a ser simplesmente um ato místico sem o menor valor.

 

Para Transmitir Bênçãos

Jesus apreciava transmitir a benção de Deus às criancinhas especialmente.

Mateus 9:13-15;

Marcos 10:13-16.

 

Para Transmitir os Dons Espirituais

Os dons da graça de Jesus foram transmitidos pelo Espírito de Deus através da imposição das mãos.

I Timóteo 4:14;

II Timóteo 1:6;

Romanos 1:11.

 

Para Transmitir O Espírito Santo

Os crentes em geral, bem como também os líderes, estão envolvidos em transmitir o batismo do Espírito Santo pela imposição das mãos.

Atos 8:14-24; 9:10-17; 19.6.

 

A imposição de mãos não é uma prática vazia, e nem uma formalidade sem sentido. Ela estende a outros uma benção real, por meio da fé. E aqueles que a praticam se tornam “despenseiros da multiforme graça de Deus ” ( 1 Pe 4:10 ).

Por Denise Alves

 

Nesse livro Kenneth Hagin começa declarando que Deus é amor. E a palavra grega que foi traduzida por amor é no original a palavra Ágape que em algumas traduções aparece como Caridade. Ele argumenta que o amor é maior do que a esperança e a fé. Pois a fé precisa da esperança para funcionar e a fé só opera pelo amor, por isso o amor é o maior dos três. Além disso, é pelo amor que saberão que somos seus discípulos. O amor é a força que nos faz suportar quando naturalmente a vontade é de fugir.

“O amor de Deus sempre pensa o melhor a respeito de cada um de nós. O amor de Deus está em nós cabe a nós pôr em prática esse amor e exercitá-lo, a fim que possa crescer e aumentar” (Pg. 22). O amor é um fruto a ser produzido pelo espírito humano, porque cultivar e exercitar o amor do tipo de Deus depende de nós.

O autor mostra que Deus já tem dado uma medida de amor como nos deu uma medida de fé. Não é questão de orar por mais amor, mas de desenvolvê-lo com a prática. É manter a atitude se sempre perguntar: ‘O que faria o amor?’

“No nosso nascimento natural participamos da vida e natureza dos nossos pais, quando nascemos de Deus, participamos da sua natureza” (Pg. 46). Sabemos que nascemos de novo porque amamos os irmãos. O amor de Deus nos constrange a  fazer a coisa certa.

Hagin afirma que o renovo de Deus ocorre no nosso espírito, nossa carne e alma continuam iguais e precisam ser sempre trabalhadas pela parte que se modificou, ou seja, controladas pelo espírito, nosso homem interior. E “na nova aliança o amor é um mandamento, pois andando em amor cumpre-se toda a lei do Velho Testamento. A fé não funcionará se houve alguma coisa errada com o seu andar em amor”. (Pg. 77)

Outro ponto do livro é a dedicação de um considerável espaço para ensinar sobre o que está escrito em Romanos 13.7, quando Deus diz que não devemos dever nada a ninguém além do amor, Hagin mostra que esse versículo não tem nada aplicação quando fala-se de compras a crédito.

Outra característica marcante do amor divino, é que ele perdoa. “Não é Deus quem vai lidar com o corpo que você tem aqui na terra, Ele já operou no seu espírito. Agora você precisa fazer algo com o seu corpo e mente”. (Pg 99). Perdoar e esquecer como Deus o fez e está registrado em Isaias 43.25 e Hebreus 8.12. Devemos perdoar os outros como Deus no perdoou. Ef 4.32, pois sem isso a fé e a oração ficam ineficazes. “Deus abençoa as pessoas que se arrependem, perdoam e crêem”. (Pg. 115)

Entretanto ele mostra como o perdão deve se estender para os outros e para si mesmo. Paulo é um exemplo que alguém que precisava perdoar a si mesmo pelo que cometeu contra a igreja para que pudesse se tornar um vaso livre nas mãos de Deus.

Abordando outro assunto ligado a andar em amor, Kenneth Hagin demonstra em seu livro que saúde divina é uma das conseqüências de se andar em amor. “Se você quiser andar em saúde, você terá que andar no amor e dominar sua língua”. (Pg. 141). O amor de Deus é totalmente diferente do amor humano, este coloca-se em primeiro lugar, o amor divino coloca o outro em primeiro lugar. O amor natural pode se transformar em ódio da noite para o dia.

Uma característica marcante e diferencial do amor divino é que este pode ser severo às vezes. Andar no amor do tipo de Deus não significa que é bobo e que deixa as pessoas tirarem indevido proveito de você. Significa que precisa fazer o que é certo e ás vezes isso exige não ceder.

Andar no amor, pois significa agir no amor, pois o amor do tipo de Deus não é apenas um sentimento é uma decisão e uma ação.

A lógica empregada pelo autor é que sendo Deus amor, e o amor não causa mau ao próximo, de Deus só vem o bom. O mal vem do Diabo. Mas é nossa escolha se vamos percorrer o caminho da vida ou da morte. O amor é o caminho de vida. “Todas as confissões do mundo inteiro não funcionarão se você não tiver vivendo cristãmente” (Pg. 197)

Entretanto Hagin faz uma ressalva: Não é para verificar se o outro está andando em amor, mas a si mesmo. Aquilo que o homem plantar, isso ceifará. Devemos julgar só a nós mesmos. Isso é sério e pode trazer conseqüências desastrosas para nossas vidas. Impedindo inclusive a fé de funcionar.

Andar no amor de Deus tem tudo haver com amar os inimigos. Pois Deus nos amou quando ainda éramos pecadores, seus inimigos. E não é apenas não revidar, é fazer algo de bom para eles. “você saberá que perdoou seus inimigos quando conseguir orar por eles e pedir as bênçãos de Deus para eles” (Pg. 239)

A carne terá sempre uma inclinação para não andar em amor, e isso pode causar enfermidades. O espírito, porém, leva-nos à vida, perdão e saúde. A uma constante atitude no coração de ‘como posso ser uma benção para as pessoas’? Andar no amor é o único caminho para a vitória.

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